Namoro ideias para casais

HAPPN PARA CASADOS

2020.07.16 16:52 fobygrassman HAPPN PARA CASADOS

HAPPN PARA CASADOS App para infidelidade casada e encontros discretos. Curta um caso agora!
Happn App para Casado. Infidelidade simplificada De uma dona de casa traidora real
DESCUBRA O APLICATIVO TRAIÇÃO MELHOR QUE A FELICIDADE Hoje em dia, com o Happn e outros aplicativos de namoro sendo usados, as mulheres estão mais abertas a encontrar parceiros on-line e a ter relacionamentos casuais e uma noite só ”
Mas e se você for casado ou noivo?
Você ainda pode usar o Happn?
A RESPOSTA É NÃO. Não use o aplicativo Happn se você é casado, você será pego 100%
Se você deseja que o Happn já esteja lá antes de se casar, leia isso! Porque existe um aplicativo Happn anônimo projetado para pessoas casadas. Happn requer seu perfil no Facebook. A Happn usa seu perfil pessoal do Facebook para criar seu perfil na Happn !! A Happn USA SEU NOME E IDADE NO FACEBOOK! Além disso, o Happn é tão amplamente usado, mesmo que você decida se inscrever na sua conta do Facebook, seria apenas uma questão de tempo até que um dos amigos solteiros de sua esposa o veja no Happn e o expulse. Você não pode carregar fotos discretas no Happn e espera se envolver com nenhuma mulher, porque existem milhões de homens com fotos de rosto inteiro com as quais você está competindo. Então, isso significa que, se você é casado ou noivo, não pode usar o happn app? Felizmente, existe um "Happn casado" e é assim que funciona
ASHLEY MADISON É UM PEDIDO PARA TRAIDORES CASADOS QUE FUNCIONAM EXATAMENTE COMO A HAPPN APP. Ashley Madison foi criada exclusivamente para traidores. Uma grande porcentagem de usuários é casada e há "destruição mutuamente garantida". Ou seja, se alguém o vê no Ashley Madison (Happn por trapaça), ele não o denuncia, pois precisaria explicar por que ele estava no site. Ashley Madison funciona perfeitamente no seu telefone da mesma maneira que a Happn. Você pode ver os usuários próximos a você ajustando o raio da pesquisa. O Happn para casais tem recursos adicionais que o Happn não possui, criados para mantê-lo 100% seguro e discreto. Ashley madison permite que você se inscreva sem verificação de e-mail, o que significa que você pode dizer que outra pessoa usou seu e-mail e que você não tinha ideia. A Happn obriga a usar seu perfil do Facebook com seu nome real e idade no seu perfil. Ashley Madison possui um assistente de foto que permite colocar uma máscara no rosto ou desfocar a imagem para que você não possa ser identificado. Os usuários de Ashley madison são muito mais compreensivos quando você tem apenas fotos discretas disponíveis. Se você tentasse isso no seu Happn, obteria zero correspondências. Ashley Madison também oferece uma galeria privada onde você pode armazenar suas fotos e conceder e revogar o acesso aos usuários a qualquer momento. No Happn, todas as suas fotos podem ser visualizadas ... por qualquer pessoa ... a qualquer momento! Ashley Madison tem um site para dispositivos móveis muito rápido, para que você não precise baixar um aplicativo para o seu telefone. Isso é especialmente útil para pessoas cujos parceiros geralmente têm acesso ao telefone. O Happn é apenas um aplicativo que você precisa baixar para o seu telefone. Ashley Madison é 100% grátis para mulheres, o que garante uma base de usuários feminina ativa e envolvente. Happn cobra homens e mulheres.
Se você quer toda a diversão e emoção de Happn, mas é casado ou tem um relacionamento, você definitivamente deveria tentar Happn for Married: Ashley Madison.
O QUE É A GERAÇÃO "HAPPN"? Devido a aplicativos como o Happn e outros, as mulheres são mais promíscuas do que nunca.
Antes do Happn, apenas um dos meus amigos usava qualquer site de namoro. Ela só saiu em 3 encontros ao longo de 2 anos. Mas desde que Happn, todas as minhas amigas têm um perfil e o estão usando ativamente! Graças à Happn, as mulheres agora estão confortáveis ​​e com experiência em namoro online e abertas a conhecer homens online. O namoro on-line agora é a maneira número 1 pelas mulheres encontrar homens para encontros.
EXPIRADO EM SEXO CASUAL Eu tive muitos encontros no Happn e aplicativos semelhantes, e todos os meus amigos também. Depois de ter seu primeiro encontro casual e perceber que uma noite divertida, apaixonada e emocionante é apenas um aplicativo, você não será privado.
A "GERAÇÃO HAPPN" É AGORA A FAIXA ETÁRIA DOS RECÉM-CASADOS. As mulheres que usaram o Happn entre 20 e 30 anos de idade estão casadas há anos e “o período da lua de mel está acabado. Eles estão ficando insatisfeitos e querem um caso. Muitos de meus amigos que usaram o Happn estão agora, casados, noivos ou em relacionamentos de longo prazo; Adeus Happn diversão e Olá compromissos de longo prazo.
ELES SÃO NOSTÁLGICOS POR SUA JUVENTUDE SEXY Agora sou um dos meus únicos amigos que ainda são solteiros e posso honestamente admitir que meus amigos casados ​​(especialmente aqueles que estão casados ​​há muito tempo) sempre me dizem como tenho sorte e o quanto eles sentem falta da diversão de encontros on-line. Happn para casados
A LUA DE MEL ACABOU Depois de um tempo casado, o sexo e a paixão desaparecem. Todos os meus amigos dizem que sentem falta da validação e do entusiasmo que têm de combinar caras atraentes. O Happn não é mais uma opção Todos os meus amigos casados ​​dizem que adorariam usar os aplicativos de namoro novamente. No entanto, se o fizessem, seus maridos descobririam muito rapidamente. A Happn e outras aplicações usam o facebook para gerar seu perfil. Happn mostra amigos em comum, seu nome, idade. Sites como ashley madisn estão vendo um grande aumento de usuários e um grande aumento de mulheres. Os aplicativos de conexão Happn e similares se tornaram um campo de treinamento para mulheres. Eles são treinados na arte do sexo casual e do namoro on-line e procuram ter encontros infiéis agora!
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2020.01.02 22:23 nerfarious-farbulous Sou um lixo de marido

Sou casado há 3 anos e meio, mas, somando casamento e namoro, estou com minha esposa faz mais de 14 anos.
Depois de uns 2/3 anos de namoro comecei a traí-la com garotas de programa, depois também com travestis. Aí descobri o sexlog e comecei a sair com mulheres e casais liberais (com casais, transo somente com a mulher, enquanto o marido fica somente assistindo).
Amo minha esposa. Ela é uma pessoa maravilhosa, apesar de ser um pouco retraída sexualmente. Então, acho que não fazemos tanto sexo quanto eu acho que deveríamos (uma ou duas vezes por mês, mas já ficamos mais de 45 dias sem transar), mas não quero usar isso como desculpa para o que eu faço.
Na véspera de ano novo, uma dessas "esposas liberais" (que foi quase uma amante durante um tempo) resolveu me ligar pra me desejar um Feliz Ano Novo. Minha esposa estava do lado e ouviu que era uma mulher me ligando. Fiquei branco! Ela percebeu meu desconforto e me questionou. Consegui sair com uma boa desculpa e ela acabou engolindo, mas estou muito mal de ver o sofrimento dela.
Cada vez mais estou me sentindo um lixo. Quero quebrar esse ciclo, sair dessa, mas toda vez que eu tento, sou puxado pra trás pelo desejo de fazer um sexo diferente, que é gostoso na hora, mas depois me faz sentir mal.
Depois do ocorrido no ano novo, realmente me dei conta que posso perder minha esposa por causa do meu comportamento e a ideia de perdê-la é insuportável pra mim.
Quero mudar, mas me sinto um fraco... alguém já passou por isso e poderia me ajudar?
PS.: Antes que me julguem por isso, sempre uso camisinha, inclusive com minha esposa.
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2019.11.30 18:53 PolyglotSam Gosto de um amigo, talvez seja recíproco, mas ele namora, Não sei o que fazer.

Bom, não sei bem como começar um post aqui, é o meu primeiro post, na verdade.
Eu tenho 18 anos, masculino, sou bi e tô num ano infernal onde tudo tem acontecido, de bom e de ruim. No início desse ano, meu 3o do médio, mudei de unidade no meu colégio, fui pra uma sala relativamente nova, pq já conhecia gente lá. O ano começou comigo tendo um crush fodido num menino que eu sabia q iria estudar com, eu tinha quase certeza q ele era bi, nunca cheguei a perguntar, pq com o passar do tempo fui me condicionando a esquecer aquilo e seguir em frente.
Isso seguiu até mais ou menos o meio do ano, mas ter um crush nele não me impedia de ficar imaginando um relacionamentos com outra pessoas da sala, afinal, pensar não mata ninguém, e aquilo me deixava feliz de certa forma. Nisso, um dos casais mentais que eu criei envolvia um amigo meu, que eu comecei a ficar próximo depois das férias de meio do ano, visto que tinhamos um projeto final para fazer e tal, e ele é uma pessoa muito bacana de se conversar, ao meu ver, fisicamente atraente e tal, não dei muita bola pra nada porque: Primeiramente, ele namora, o que em si só já é o primeiro aviso pra manter distância e manter o respeito pelo relacionamento alheio, e além disso ele, por estar namorando uma menina, era hétero, ao menos na minha cabeça.
O que aconteceu pra eu mudar de opinião e começar a criar paranoias na minha cabeça foi: No meu aniversário de 18, esse ano em outubro, faz um mês, eu disse que tava afim de tomar umas cervejas, pq poderia comprar álcool legalmente e tal. Fomos nós dois pro bar que tinha perto da escola depois da aula, sentamos lá, conversamos sobre muita coisa, disse que não tinha chamado ele antes pra uma 'saída' que dei antes, pq ele parecia ser de outro grupo, o grupo dos meninos lá, héterotops, futebol e coisas assim, sempre sem outro conteúdo pra conversas. Ele disse que não, nas palavras dele: "Claro que não", depois disso, eu tava com aquela coragem q o álcool dá e perguntei " Você é hétero?", ele olha pra mim e diz que não, perguntei de novo " Você é bi?", ele respondeu que sim. Essa resposta me deixou surpreso pq foram poucas as pessoas que eu gostei, mesmo que de relance, que poderiam gostar de mim também.
Naquela hora tive que repassar todo o background dele. Q ele não era hétero, como eu pensava, mas que ainda sim namorava, e a namorada dele é o tipo de pessoa incrível, linda, e super alto astral. Respondi ele dizendo que eu também era bi, e a gente continuou a conversa não voltando nesse assunto.
A semana que se passou depois disso foi um inferno pessoal, porque eu admiti pra mim que sentia algo por ele, ao mesmo tempo que eu me sentia horrível por sentir algo por uma pessoa que tá feliz no relacionamento dela, que tá com a vida estável, me senti imoral. Minha ansiedade veio de uma maneira avassaladora, fiquei meio recluso por um tempo, viajando na minha cabeça, pensando em milhares de coisas, pensando se deveria falar pra ele isso, se isso mudaria alguma coisa, se abriria uma possibilidade. Porém quanto mais eu pensava sobre isso, mais eu começava a ter sonhos esquisitos, como se eu estivesse aprendendo algo com eles. Num desses sonhos eu parei num momento onde eu havia dito que gostava dele, ele tinha dito o mesmo pra mim, ele terminou o namoro e então me perguntou "E agora?", sinceramente foi um dos sonhos mais estranhos que eu já tive. Eu achei a resposta q eu tava procurando: Não valia a pena, me arriscar tanto assim, fazer ele arriscar algo ( sem nem saber se era recíproco também).
Avançando um pouco no tempo: segundo dia de ENEM, alguns colegas combinaram de sair depois da prova pra beber e desestressar da merda que foi a prova. Ele tinha ido, eu fui comprar bebida, bebi razoavelmente muito, o suficiente pra eu ignorar tudo que eu tinha construído sobre deixar aquilo de lado e seguir em frente. Esperei o momento onde eu estivesse à sós com ele, e comecei a falar, tudo, absolutamente tudo q eu sentia ( isso td em inglês pq eu n tinha coragem de falar em português, eu já tava alterado nessa hr) por um minuto eu achei q ele só ia perguntar pq q eu tava falando em inglês, mas na verdade ele começou a me responder em inglês. Eu não fazia ideia de que ele falava ingles, eu fiquei tipo: "ok, então quer dizer q vc enteneu tds as indiretas no twitter?", ele disse que sim.
Continuei a conversar, dizendo pra ele que eu gostava dele, q tipo, na minha opinião ele era incrível, que eu tava super afim dele, e que sabia que ele estava namorando, e por isso sabia que nada ia acontecer. Ele tava super tranquilo e falou que era normal, que a gente não controla quem a gente gosta, mas não surtou nem nada do tipo, foi uma resposta totalmente diferente da que eu tinha imaginado. Eu me senti muito melhor depois que falei pra ele, era muito ruim ter que manter aquilo só pra mim, afinal, vamos nos formar em dezembro, talvez não verei ele por muito tempo, que é quase certo. Precisava jogar nessa última chance, tinha q arriscar. Antes de encerrarmos a conversa, pq tinha amigos nossos vindo, perguntei pra ele: "Se você não estivesse namorando agora, vc ficaria comigo?", e ele respondeu que sim.
Eu absorvi a resposta e pensei que, achei q pessoa certa, mas na hora errada. Tô muito triste com isso, mas é um triste pq tudo dá certo pra todo mundo ao meu redor, geral consegue um relacionamento, alguém. Enquanto eu tô amaldiçoado a ouvir Jão e me identificar com as letras de sofrência pro resto da vida. É frustrante. Sei que meus amigos não aguentam mais me ouvir reclamar disso, e sei que se eu continuar reclamando vai ser irritante, eu sei disso. Só queria que, pelo menos uma vez, eu conseguisse ficar com alguém eu eu gosto, e gosto muito.
Desculpa pelo texto longo, eu precisava externalizar esse sentimento, que é uma mistura de coisas positivas com negativas.
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2019.10.10 06:44 pinho07 Como escolher o amor da sua vida? Se é q existe o amor da sua vida...

Estou confuso quanto a começar uma vida amorosa, nunca namorei, mas posso começar em breve, só preciso me decidir. Sei q pode parecer estranho alguém tratar coisas do coração de modo tão racional, como se fosse natural controlar o momento de amar ou não. Considero o namoro um relacionamento muito sério q exige tempo, paciência, maturidade, respeito, etc. Tenho medo de causar sofrimento na outra pessoa por não saber amá-la suficiente ou então criar falsas expectativas ou então me frustar com o término desse relacionamento sendo preterido. No fundo, fico achando nunca ser bom o bastante para o outro, enfim... inúmeros medos bobos. Acredito q a união de dois seres é algo de extrema importância na nossa vida, não q seja imprescindível ou obrigatória para se ter uma vida melhor, mas dessa união podemos dividir o peso da vida e crescer em amor, alegria, paz e harmonia.
Outra coisa q meio q acredito, mas tbm não estou convicto se é verdade, é se temos de fato uma pessoa ideal para vivermos uma experiência afetiva. Alguns dizem alma gêmeas, tampa da panela, outra metade, etc, como se antes de nascermos já estivesse "escrito nas estrelas" q teremos uma pessoa q está em algum lugar do universo e no momento mais apropriado iremos nos encontrar e a mágica vai acontecer. Meio q acredito nisso pq pra mim é fato q acontece com muitas pessoas ao se ver "um certo alguém" ter sensações marcantes, aparentemente inexplicáveis, tendo o coração batendo mais forte. Uns dizem q é química, outros q é afinidade magnética, outros q são relações advindas de vidas passadas. O famoso "amor a primeira vista". Dentro dessa lógica imagino q pra ser uma união legítima deve haver reciprocidade, tenho q perceber ou sentir q o outro naturalmente tbm sente algo diferente por mim.
Mas tbm entendo q talvez toda essa história seja uma distorção romântica das relações humanas, afinal não temos como precisar ao certo todos os níveis do envolvimento emocional, existem heurísticas, vieses, circunstâncias q manipulam nossas sensações. Quantos casos existem de casais q juravam ser par perfeito e depois se desiludiram ou o contrário, pessoas q a princípio nunca se imaginaram juntas e depois passam a viver "felizes para sempre".
Diante disso, quando me sinto atraído por alguém interpreto q não necessariamente isso quer dizer ser preciso um envolvimento amoroso mais sério, busco controlar meus sentimentos e mesmo estando interessado procuro não demonstrar. Espero o tempo passar pra saber se realmente gosto da pessoa, busco conhecê-la melhor, quero ter a certeza de não ser "fogo de palha" ou uma paixonite de adolescente.
Diante de tudo isso, fico na dúvida: será q se começar a namorar com tal pessoa estarei namorando com a pessoa certa na minha vida? Ou será q tenho q esperar mais um pouco? Na escala de 1 a 10 da reação química ideal entre dois seres talvez essa pessoa q acho ser a pessoa certa está no nível 9, pode acontecer de na semana seguinte encontrar outra q está no nível 10 ou seria 9,9? Esse jogo do amor é perigoso, parece q funciona na tentativa e erro, não quero crer na maldosa frase "enquanto não encontro a pessoa certa, vou me divertindo com as erradas".
Estou num dilema, há mais de um ano tive um encontro fortuito com uma menina bem reservada da faculdade, trocamos olhares e conversas, e me senti muito impactado e atraído por ela. Juro q desde então nunca mais deixei de pensar nela, acho q em todos os dias. Peguei o contato dela, depois disso tivemos conversas esparsas pelo zap, temos muita afinidade de ideias e até chegamos a nos encontrar em alguns finais de eventos q curtimos em comum, mas como já era tarde da noite e o ambiente tumultuado só ficamos nos abraços e sorrisos. Na faculdade é difícil nos vermos e quando isso acontece é sempre corrido, estudamos de noite e os horários não batem pq somos de cursos diferentes. Eu tbm meio q fujo dela, ando pelos corredores evitando encontrá-la, pq não saberia como reagir. Não gosto de estender muito as conversas, pq perco um pouco do controle quando a vejo, fico pálido e me dá taquicardia, não gostaria de demonstrar às claras meus sentimentos. Na vdd, nem conheço ela direito, isso td pode ser fantasia da minha cabeça, devaneios pretensiosos, às vezes ela só me trata como um amigo distante, apesar de já ter me surpreendido com uma demonstrações de carinho fora da faculdade por meio de um bilhetinho escrito a mão q ela pediu q outra pessoa me entregasse. Somos de bairros distantes dentro da mesma cidade e eu presumo ela não quer compromisso nesse atual momento de sua vida. Por enquanto não revelo meu amor carnal, fico no platônico enquanto os medos bobos não vão embora.
Pra apimentar a história, surge um outro alguém, uma amiga de longa data q sempre achei delicada, bonita e singela, mas como ela era alguns anos mais velha q eu, acho q 2 anos, não me imaginei namorar com ela. Ela hj está mais madura e bem mais próxima de mim. Quando nos encontramos percebo o acanhamento dela, mas nas msgs suas carinhas de emojis são sempre afetuosas comigo. No pouco q ficamos juntos ela já me contou da sua vida pessoal, do seu ex-namorado, dos seus planos e incertezas. Ela é bem mais aberta comigo do q a outra, isso tbm se deve pq já nos conhecemos a mais tempo. Meu coração tbm diz q talvez podemos namorar, mas não tive aquele amor a primeira vista como foi com a outra. Sou sempre cordial e amigo com elas, evito entrar em assunto mais voltado quanto aos meus sentimentos por elas. Só q nesse último mês estou sendo impelido a me manifestar.
Aff... pq eu não me resolvo quanto a isso?
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2019.08.12 07:24 echimenes SOBRE O LADO COMPLICADO DAS RELAÇÕES - HOMOAFETIVAS OU NÃO

Ok, isso é literalmente um desabafo. Acho que já passei da fase das reclamações - e essa nem seria a função desse grupo. Mas aviso desde já: história longa a frente.
Primeiro, vou contextualizar vocês:
Eu tenho 22 anos de idade. Formado em Contabilidade em uma universidade federal. Me considero bonito, tenho boas comunicações sociais no ramo profissional e já trabalho na minha área de formação a quase 2 anos.
Sou gay. Não assumido para familiares - não por escolha, mas simplesmente por que não me preocupo com o que vão pensar de mim. Eu sou o que sou e tenho pleno orgulho de mim. Não preciso ficar anunciando a ninguém. Quem já sabe, e algumas pessoas mais próximas a mim já sabem, me aceitam sem complicações ou preconceitos imaturos.
Sempre fui mente aberta, porém apenas me reconheço como homossexual a pouco mais de 3 anos. Morava em uma cidade minúscula até mudar definitivamente para a cidade onde a minha universidade se localiza, uma das maiores do estado. Aqui, terminei minha graduação e consegui um bom emprego. Viver com a minha avó, depois do falecimento da minha mãe aos meus 11 anos, me fez crescer livre, embora minha timidez excessiva na adolescência não me permitiu ser um cara de festas e baladas, ou bebidas e outras drogas lícitas. Não sou de muitos amigos até hoje, embora seja mais extrovertido do que jamais fui.
Gosto de escrever. Muito. Meu sonho é ganhar dinheiro escrevendo um dia, seja livros ou roteiros de novelas e filmes - confesso: eu penso alto, embora meus pés estejam bem firmes no chão. Sou nerd quando o assunto é ciências, filmes, séries, livros e coisas dessa área pop. Gosto de fazer amigos que curtam o mesmo que eu.
Agora vamos ao "problema":
Eu me apaixonei por um garoto. Um ano mais velho que eu. Nem um pouco nerd e de personalidade extremamente mais dominante, mais autoritária. Um cara mandão, do tipo que não aceita "nãos" como resposta para nada.
Eu, que cresci sendo mimado pelas mulheres da minha família, jamais pensei que fosse me desarmar por outra pessoa como aconteceu. De verdade, pensei que eu fosse ser um grande babaca quando encontrasse o amor da minha vida.
"Grande engano o seu!" - disse o coração.
Pois é, o amor veio. Jamais senti o que senti por ele quando nos conhecemos. Foi bem na época em que eu "soube" que gostava de garotos e esse cara literalmente me ensinou, me introduziu ao mundo LGBTQ+. E só Deus sabe o quanto eu adorei isso. Aprendi a perder o pouquinho de preconceito que eu ainda trazia comigo desde antes de me ver nesse meio. Ele cuidou de mim, me ajudou a me adaptar nessa nova cidade e me fez pensar estar num sonho.
Obs.: sem contar que tudo o que sei 'na cama', adivinhem? Foi ele também que me ensinou. Virgem até os 20. Pronto, falei.
Eu realmente espero que outros homossexuais que lerem esse texto se identifiquem com a minha história. Eu não acho que seja tão incomum assim passar pelo que eu passo.
Começamos a namorar. Eu conheci a família dele. Passei a frequentar muito sua casa e a dormir lá mais vezes do que eu dormia na minha própria durante a semana. Seis meses haviam passado e já fazíamos planos ousados de irmos morar juntos dividir um mesmo aluguel e um mesmo lar. Ter nosso próprio doguinho.
Logo quando encontramos nossa nova casa, com menos de um ano que nos conhecíamos, resolvemos fazer nossa "lua de mel". Compramos juntos uma viagem para o Nordeste, onde ele viu o mar pela primeira vez comigo - eu já havia visto antes, durante um Simpósio no sul em que fui com minha turma da faculdade.
Foi durante essa viagem que senti as coisas começarem a desandar. Eu soube desde o início que ele era obsecado por sexo. E não me entendam mal, eu também gosto, mas no caso dele - ser assumido desde muito pequeno, ter conhecido o mundo do sexo logo com seus 14 anos de idade e nunca ter sido muito controlado pela mãe que o criou para ter cuidado com esses assuntos, creio que isso mexeu com a cabeça dele -, imagino que isso o deixou ser mais guiado pelo lado irracional da coisa.
Eu sei que muitos casais passam por isso. Apimentar a relação, encontrar uma forma nova de fazer. De repente, um brinquedo ou um até mesmo um terceiro. Sim, hoje eu sei que isso é a coisa mais normal no mundo. Não é um bicho de sete cabeças. Não é um BIG DEAL. É o ser humano. Somos nós. Cansamos do mesmo corpo, dos mesmos lábios, dos mesmos assuntos. Não tem a ver com amor. Tem a ver com adrenalina. Precisamos sempre de renovações, de viver novas aventuras. É maior do que nós. Pessoas desimpedidas passam por isso dia após dia. Mas chega a ser um tabu para os casais. E não estou falando apenas de homossexuais. Homens e mulheres se machucam o tempo todo quando chegam nesse estágio do relacionamento. É triste e desencorajador, mas devo dizer que para quem passa por isso, pode ser um grande ensinamento de vida.
Não sei se é por sermos dois homens ou se é por termos feito as coisas muito rápido, mas com menos de um ano de namoro, cansamos um do outro. O amor não diminuiu, pelo contrário, ainda é o mesmo. O que mudou foi a falta de novidade. Ele já tinha tido muito mais experiências do que eu. Havia passado por loucuras que rezo para nunca ter que passar. Mas eu, em termos, ainda sou um iniciante nesses assuntos. Ele queria mais do que isso.
Sugeri um terceiro. Sou MUITO mente aberta. A ideia não me magoou no início, embora tenha me assustado, confesso. Ele prontamente aceitou e aconteceu ainda nesse viagem. Minha primeira experiência a três, mas não a primeira dele, claro. Embora eu não tenho dito nada a princípio, isso mexeu comigo. Não soube como reagir. É estranho ver a pessoa que você ama com outro. Okay, eu deixei, eu permiti aquilo, mas quando aconteceu, fui invadido por um sentimento totalmente novo.
Depois da viagem, as coisas não melhoraram muito. Fizemos a "brincadeira" outras várias vezes, mas parecia não ser certo. Eu vejo pornografia online diariamente como todo garoto da minha idade. Isso nunca me afetou ao ponto do vício.
Então as desconfianças começaram.
Eu ia para o trabalho nos dias em que ele tinha folga e ficava imaginando o que ele estaria fazendo em casa. Ou com quem ele estaria. Vejam bem, não sou ciumento, mas eu já sabia do que ele era capaz por causa do sexo. Aliás, não se trata de ciúmes; é algo mais... ético. Poxa, somos um casal. Praticamente casados com alianças e tudo. Já fizemos ménage antes e não haveria por que pensar que pudesse haver traição no meio. Eu tinha esse sentimento dentro de mim - ainda tenho -, de querer conhecer alguém diferente, me envolver como me envolvi com ele. Sabem? Me sentir como me senti no começo com ele. Quando a chama da paixão era ardente e incontrolável. Mas não poderia deixar nada mesquinho aflorar de dentro de mim. Eu amo ele. Ponto.
E foi então que eu descobri. Eu já estava às vésperas de me formar na faculdade. Estava com emprego novo e tudo parecia correr as mil maravilhas. Eu soube através de um meio anônimo que ele estava saindo com outros caras. Não poderia dizer quantos, mas sabia que eram mais do que um. Meu mundo só não caiu por que sei me virar em situações de emergência. Sei alinhar meus pensamentos. Sei administrar o que é racional do que não é.
Não joguei nada na cara dele. Deixei as coisas fluirem. Continuei a trabalhar durante o dia e pegar o ônibus para ir a faculdade a noite. Nos finais de semana, eu limpava a casa e lavava nossas roupas. Por ter poucos amigos, praticamente não saia nas folgas.
Não demorou muito para eu também começar a sair com outras pessoas. As escondidas, claro. Era só sexo. Nada de contatos. Apenas satisfação da carne. Ele fez, por que eu não podia? Também sou jovem, bonito, por que bancar a Cinderela com a madrasta e as primas más? Podem me julgar a partir daqui, mas me senti revigorado. Senti a chama de novo. Não me senti me vingando, estava muito além disso.
As vezes ainda fazíamos nossos trios, mas com frequência menor do que antes. Então um dia, ele descobriu que eu também pulava a cerca como ele. O cara com quem eu havia saído numa folga minha em que ele trabalhou, não sei por qual motivo - talvez para ver o circo pegar fogo - mandou prints de nossas conversas para ele e aí... bem, não foi tão frio quando eu fui. Brigamos como nunca. Claro que já havíamos brigado antes por vários motivos diferentes - inclusive por sexo -, mas essa briga em especial foi a maior. Decidimos nos separar. Ele jogou varias hipocrisias na minha cara e eu, bem, eu aceitei. Foram sete dias sem nos vermos. Eu já estava pensando em me mudar para a casa de um primo até saber para onde iria, quando tivemos uma última conversa. Abri minha alma, expliquei o que eu havia feito e por quê. Lembram do que falei sobre não aceitar "nãos" como resposta? Pois é, isso vale para não aceitar que a culpa recaia sobre você também. Foi uma conversa difícil. Tínhamos um cachorro para cuidar. Uma casa alugada com um contrato de aluguel ainda longe de vencer e dívidas contraídas juntas para liquidar. Talvez tenha sido a junção de tudo isso, daquela dívida moral que eu sempre vou ter com ele por ter me ajudado tanto no começo, mas reatamos.
Continuamos juntos, embora elefantes ainda caminhem pela nossa casa. Eu sei perdoar. Já perdoei várias coisas e pessoas antes dele. Não guardo mágoas, pois sei dos malefícios que se dão com isso. Não gosto de atmosféras tóxicas dentro de um relacionamento, seja ele amoroso ou não.
Agora, sinceramente já não ligo para as folgas dele. Não ligo para o fato de quantos caras ele vai levar para a nossa cama enquanto eu Não estou por perto. Eu sou mente aberta ao extremo. Talvez se ele tivesse me pedido antes de fazer, eu tivesse deixado. Não estou decepcionado e não me sinto traído. Não choro por isso a noite depois que ele já dormiu. Minha consciência está, acreditem vocês, tranquila. Certa vez, num banheiro público, li a seguinte frase:
"Você tem certeza que não está colocando vírgulas ainda deveria estar colocando pontos finais?"
Pois é, eu sei que estou colocando vírgulas. Muitas. Sinto que metado de mim iria embora no momento em que nos separassemos definitivamente. Pois mudei muito depois que o conheci.
Mudo a cada dia estando perto dele e sabendo do que aconteceu. Me sinto preso. Preso em algo que já parou de andar. Isso me faz querer me odiar, mas eu também tenho amor próprio. Ou será que acho que tenho por pensar assim e fazer algo totalmente diferente?
Eu sou um garoto e a outra pessoa também é. Somos um casal homossexual vivendo num país predominantemente homofóbico e intolerante. Mas eu sei que essa minha história é a mesma que muitos outros casais vivem ou já viveram por aí. Eu amo esse cara. Amo ao ponto de ainda estar com ele depois de tudo. Amo ao ponto de saber que estaríamos melhor separados. Mas me faltam forças para dar esse passo.
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2019.06.09 04:48 MattBrasil É humilhante ter que mendigar companhia. É doloroso não ser lembrado.

Antes de começar duas notas:
  1. Eu sei que isso talvez coubesse mais ao desabafos, mas decidi postar aqui porque acho que chega a mais pessoas, e talvez faça sentido pra mais gente.
  2. Também sei que existem pessoas com problemas “de verdade”, coisas muito mais sérias, enfrentando barras muito piores. Mas é como li esses dias aqui no reddit ( LifeProTips eu acho?) : “A dor do outro não diminui seu sofrimento”.
TL;DR no final.
Boa noite amigos. Hoje decidi postar isso aqui pra ajudar a tirar um pouco do peso que tô sentindo hoje.
Um pouco de contexto. Não quero tomar muito tempo, nem fazer um mega textão, então vou tentar ser breve e omitir a maior parte das coisas, focando no principal.
Após 5 anos de casado, estou enfrentando divórcio. Não é o divórcio mais absurdo do mundo, mas tem meu filho especial envolvido, e meus pais conservadores também. Isso tem sido pesado. Já estou separado há mais ou menos um ano, só esperando o advogado desenrolar os papéis. Isso já me causa ansiedade. São 5 anos vivendo a vida de casado, com companhia todos os dias. 6 se contar o namoro, 9 se contar o namoro anterior. Há muito tempo eu não ficava solteiro. E a frase “solteiro sim, sozinho nunca” não poderia estar mais longe da minha realidade. Eu estou, de fato, muito solitário. E deprimido. E ansioso.
Meus pais se mudaram da cidade em dezembro passado. Em 31 anos de vida, é a primeira vez que moramos longe. Meus amigos são todos introvertidos, nerds. Todos gostam de ficar em suas próprias casas, jogando, vendo filmes, séries, etc. Eu também gostava, mas isso não tem sido suficiente pra me ajudar a combater minha solidão / depressão / ansiedade. Há algum tempo, eu decidi que precisava sair mais, ver gente, conversar, interagir.
Tentei sair sozinho algumas vezes, mais isso é mais deprê que tudo. Não encontro ninguém que conheço, e nem tenho jeito pra interagir com quem não conheço. Acaba piorando tudo: saio para ver casais, turmas de amigos, pessoas socializando enquanto eu fico sozinho numa mesa ou num canto, “curtindo” minha solidão. Mudei de estratégia.
Resolvi enturmar mais com as colegas de trabalho (os colgas, no masculino, são pessoas mais caseiras, ou são casados que se recusam a sair). Via sempre nas redes sociais como elas estão sempre saindo e se divertindo, e resolvi enturmar. Como já conhecia e já conversava com elas (Vamos chamá-las de W. e J.), e elas já sabiam da minha situação, que descrevi acima, foi menos doloroso fazer a primeira “mendicância” de companhia. Falei na cara dura mesmo, “se forem sair, se for rolar alguma coisa me chamem, tô precisando sair, ver gente.”
Elas adoraram a ideia. Logo conheci o marido de cada uma (ambos gostaram de mim, inclusive a J. falou que o marido veio comentar que me achou um cara muito legal), a filha da J. e saímos umas duas ou três vezes. Eu me considerava parte da turma até. Tava me fazendo bem. Brinquei com o fato de que eu era o único sem par, e as colegas incentivaram “Opa, vamos mudar isso, você vai conhecer umas amigas nossas” e etc.
Mas há três semanas já que não sou convidado pra nada. É sempre o mesmo papo “Ahh hoje não sei se vai rolar alguma coisa, se for a gente te fala.”. Sempre tem alguma coisa. Nunca sou chamado. Depois só vejo as fotos em redes sociais.
Ainda essa semana a J. disse “Nossa, você tá sumindo.” Eu respondi: “É, eu tenho quase certeza que estou desaparecendo aos poucos, ficando invisível.”
Mas esse fim de semana acho que meu nível de trouxa atingiu níveis épicos.
Mesmo não gostando de ter que mendigar companhia, sexta-feira eu engoli meu orgulho e fui pedir. “Então, hoje é dia. Vai ter um happy mais tarde? Se forem fazer algo, me chamem.”. A J. disse que não ia rolar nada, que estava frio e ela tava desanimada. A W. disse “Hoje não, mas no fim de semana aí deve rolar, aí eu te ligo eu mando mensagem, certeza.”. Saíram Sexta. Saíram Hoje. Eu fui lembrado? Não. Eu acho humilhante ter que ficar pedindo pra ser chamado pra sair, mais é doloroso ver que nem pedindo eu sou lembrado.
Pra colocar a cereja no topo do meu bolo, hoje à tarde fui no shopping aqui da minha cidade, e vi a menina em quem eu sou perdidamente apaixonado (não correspondido, como já devem imaginar). Ela me viu, depois baixou a cabeça pro celular, e me ignorou por completo. Mas essa já é outra história.
O texto ficou gigante mesmo eu tentando resumir. Se você leu tudo, obrigado, de verdade. Me sinto melhor só de compartilhar. Se não leu, segue o TL;DR.
TL;DR: Vivo pedindo aos colegas de trabalho pra me chamarem quando forem sair. Nem assim lembram de mim, e não sou mais convidado pra nada.
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2017.10.19 16:50 AlanWake007 Escrevi um texto, sei que ficou bosta mais queria saber no que eu poderia melhorar.

Eu fiz esse texto ontem depois do almoço, eu sei que ficou bosta, mais queria a opinião de vocês no que eu poderia melhorar, levando em conta que foi a primeira historinha que eu fiz e que eu demorei cerca de 30 minutos pra fazer.
19 de março de 2016 west Dubartonshire na Escócia, Brenda acordou as 07:00 da manhã estava com sono, não tinha conseguido dormi bem no dia anterior por ter tido muito insônia ultimamente, isso pode ter sido devido a sua rotina que mudou bastante no últimos dias, além dos estudos ela agora conseguiu um emprego como auxiliar de administrativo. A vida seguia bem, não era a melhor aluna da escola nem a mais esforçada, mais era uma garota comum tinha amigos e uma família que a amava, ela tinha acabado de fazer 15 anos e começava a entrar na vida adulta, apesar de não ser um adulta de fato ela ja pensava no seu futuro, ela não queria se casar ( não era muito religiosa ), mais queria construir uma família se estabilizar em um emprego e ser feliz... Agora já eram 07:30, ela tinha acabado de se levantar da cama, o dia parecia estava nublado o céu cinza e o tempo frio, não tomou café, na verdade nunca gostara de tomar café quando acordava, era uma mania, seu pai já tinha saído pra trabalhar e sua mãe estava terminando de fazer o café, seu irmão estava na sala assistindo as notícias diárias do jornal. Brenda foi pro banheiro se arrumou esperou dar a hora de sair de casa e foi caminhando pra escola, a escola de Page ficava perto de sua casa, por isso nunca se preocupou muito em se atrasar, ela tinha chegado cedo na escola, tinham umas 7 pessoas na sala, 4 estavam conversando sobre o último episódio de game of thrones, e as outras 3 pareciam falar algo relacionado a "legalização da maconha", Page podia ter se juntado a ambos os grupo, já que apesar de ter mais intimidade com seus amigos pessoais, ela sempre foi boa em se socializar e conversava com quase todos de sua classe, mais preferiu sentar em sua cadeira e esperar o resto dos alunos e seus amigos chegarem, pegou seu celular e conferiu se tinha algo importante no se WhatsApp, não tinha nada demais algumas mensagens de suas amigas, uma da sua mãe desejando Bom Dia e outra de uma garoto que ela vem falando a pouco tempo. Nunca tinha gostado de um cara antes e era a primeira vez que ela realmente parecia gostar de alguém, O nome dele era Wallace e ele tinha chamado ela pra conversar fazia umas 2 semanas atrás, ela logo começou a gostar dele, mais não queria ir muito rápido ( não queria deixar uma má impressão), mais sempre que ele chegava perto dela seu coração disparava, se sentia apaixonada mesmo sem saber o que isso significava, suas amigas davam apoio já que ele parecia ser uma boa pessoa... O resto da classe começa a terminar de chegar, incluindo suas amigas, uma delas chegou para Brenda e disse que Wallace queria falar com ela na hora do intervalo, Brenda perguntou o que era mais sua amiga também não sabia, portanto não se tinha oque fazer, o que claro não há fez ficar menos curiosa ou ansiosa. O Professor tinha acabado de chegar na sala era aula de Geografia, apesar de não gostar muito desse professor ela gostava de geografia, mais não estava nem um pouco afim de ver a aula, só conseguia pensar no que o Wallace tinha pra dizer a ela, tentou se acalmar e espera a aula passar, torcendo que passasse rápido, pegou seu caderno e ficou desenhando, era um do seus passatempos, desenhar ha acalmava e deixas as coisas mais felizes e além disso ela era muito boa nisso, gostava de desenhar desde que era pequena, e esse hobby nunca foi tratado com algo esquisito, na verdade seus amigos e até mesmo alguns "conhecidos" sempre pediam ela pra desenhar coisas pra eles , e isso não a irritava, na verdade era uma prazer imenso desenhar pro seus amigos, claro que sempre tinha alguns amigos que pediam umas coisas mais ousadas como desenhos pornográficos ou alguma coisa bizarra, mais não a incomodava muito, ja que ela via aquilo como uma forma de arte... A aula já estava acabando faltava 20 minutos, mais assim que Brenda começou a para de desenhar e olhar as horas parecia que faltava uma eternidade, estava tão ansiosa para saber o que o Wallace queria que começava a roer as unhas, uma de suas amigas comentou com a outra, dizendo como Brenda estava ansiosa e começaram a rir, ela não se incomodava com esses tipos de brincadeira e riu junto.... Estava dando 10:00 a aula tinha acabado, Page não saiu correndo desesperada pra encontrar com Wallace no intervalo por que queria parecer calma, eles não demoraram se encontrar Walalce a esperava perto da fila do refeitório, ele a comprimento, começaram a conversa e ele logo tocou no assunto dizendo que tinha algo para dizer a ela, ela curiosa perguntou o que era, e ele disse queria dizer pra ela mais em outro lugar, então ele deu a ideia dos dois de se encontrarem no mesmo dia numa praça que ficava perto de sua casa, era uma praça que normalmente casais iam pra namorar e até mesmo grupos de amigos iam para se divertir e beber cerveja, ela apesar de ficar mais curiosa ainda, aceitou o convite, despediu do James e foi logo contar pra suas amigas. Suas amigas sentiram a mesma empolgação que ela, e já disseram para ela que com certeza ele queria pedir ela em namoro, o que fez o coração de Brenda ficar ainda mais acelerado, ela se sentia tão feliz com a possibilidade de começar a namorar, ela nunca pensou em namorar cedo, mais se sentia tão contente em começar um namoro com uma pessoa que ela gostava .... As outras aulas passaram rápido, e agora Brenda já se via voltando para casa com mil pensamentos na cabeça, pensava o que o Wallaace queria dizer com ela, o que os pais dela iam achar se ela começasse a namorar, e o que as amigas dela iam achar disso... Era tão coisa na cabeça, que ela decidiu que precisava ficar calma para se encontrar com o garoto mais tarde, então decidiu passar numa padaria e comprar algo pra comer antes de ir pro seu estágio, ela então chegou no local e decidiu que ia comprar um sanduiche, não ia comer o lanche agora, ia deixar pra comer no seu estagio, já que sempre sobrava um tempinho pra um lanche onde ela estagiava, chegou no local( a padaria estava vazia ), Brenda chegou para o dono da Padaria e pediu um sanduiche e uma coca, ele cobrou o valor do lanche e logo após pulou pra cima da Brenda e desferiu uma facada na altura do seu abdômen, Brenda caiu no chão com muita dor mais sem conseguir gritar, então o homem da padaria sem motivo algum começou a desferir várias facadas no peito da adolescente, que demonstrava tentar parar as apunhaladas com a mão, no mesmo momento ela já não parecia estar mais consciente, os olhos começavam a fechar( estava morrendo) , enquanto o homem da padaria continuava a dar facadas no rosto da jovem, que começava a ficar desfigurado( agora já morta) a faca conseguia atravessar todo o rosto e sangue voava por toda parte, foram tantas facadas no corpo de Brenda que mal podia se contar, o corpo estava simplesmente e totalmente mutilado, depois das facadas o homem tirou a roupa da adolescente e a começou a estuprar o corpo já morto enquanto dava socos no cadáver de Brenda, depois de ter terminado, o homem pegou o corpo e jogou no mar que ficava próximo a cidade. FIM
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